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LENTE MONOFOCAL OU VISÃO SIMPLES

Só para longe ou só para perto?

As lentes monofocais são ideais para corrigir a miopia, a hipermetropia, e o astigmatismo, isto é, visão apenas para longe ou apenas para perto. Seu nome é a união de duas palavras: “mono”, que significa um, e “focal” derivado de “foco”, ou seja, existe apenas um foco no qual a luz concentra-se, ao contrário do multifocal, que possui mais de um. Estes óculos geralmente são utilizados por jovens até 40 anos ou para quem quer fazer os óculos de longe e o de perto separado.

 

 

 

LENTE BIFOCAL

"Como se chamam as lentes daqueles óculos de vovó?"

As lentes bifocais são prescritas para pessoas com presbiopia (pessoas acima de 40 anos com a famosa vista cansada) e são compostas de duas áreas de visão, uma para longe e outra para perto, sendo a superior para correção da visão de longe e a inferior para correção da visão de perto. Sua característica principal é uma lente que tem uma marca horizontal dividindo os campos de visão. Por não possuir distorções laterais, muitas pessoas preferem os bifocais com relação aos multifocais, como, por exemplo, a Rainha Elisabeth II da Inglaterra.

   

 

 

LENTE MULTIFOCAL

"Seus óculos são para longe e perto em um óculos só?"

As lentes multifocais são ideias para présbitas (pessoas acima de 40 anos com a famosa vista cansada), pois elas unem o campo de visão para longe, intermediário e perto em uma só lente. São chamadas de multifocais, porque possuem mais de um foco, um para cada distância, acarretando visão nítida em todas elas.

Cada marca de multifocal tem um desenho de progressão de dioptria (grau), priorizando ou o campo de perto ou o de longe, e, quanto maior a tecnologia da lente, menor serão as distorções laterais, ou seja, visão mais próxima da natural.

Nos primeiros dias de uso é comum sentir certo desconforto ou não se adaptar bem à progressão, uma vez que o cérebro não está acostumado a enxergar desta nova maneira, porém, com o passar do tempo, você se acostuma a enxergar com o multifocal.

Para melhor adaptação, o ideal é colocar os óculos pela manhã (quando o cérebro está bem descansado) e não tirar mais do rosto o dia inteiro, muito menos trocar para outro óculos com grau diferente ou que não seja multifocal. Nos primeiros dias de uso, é interessante começar a usar dentro de casa, pois é um ambiente que você já conhece e está acostumado. Um ótimo exercício para a adaptação de um óculos multifocal é assistir TV (utilizar o campo de longe) e ler o jornal ou olhar o celular (campo de perto), exigindo então os dois campos de visão principais, passando pelo corredor de transição de grau.

Se você ainda ficou com dúvidas, procure uma das nossas lojas ou entre em contato conosco, ficaremos felizes em recebê-lo aqui nas nossas lojas!

 

 

VISTA CANSADA

Você já ouviu a expressão “meu braço ficou curto”?

A vista cansada (ou presbiopia) tem uma relação direta com o envelhecimento natural do ser humano. Essa alteração tem como principal característica a dificuldade para enxergar de perto a partir dos 40 anos, progredindo gradualmente.

A principal causa da vista cansada é a flacidez dos músculos ciliares que acomodam (ajustam) o cristalino para deixar a imagem nítida sobre a retina, alternando entre os focos de perto e de longe. Com uma estrutura semelhante à lente de câmera, o cristalino muda a sua forma para focalizar as imagens, principalmente para enxergar algo próximo. Quando não consegue mais fazer a acomodação, os sintomas geralmente são: dificuldades para enxergar de perto, desconforto e ardor nos olhos e dores de cabeça após ler. Para resolver esse problema, lentes multifocais são utilizadas, pois elas têm o foco de longe, o intermediário e o perto, garantindo assim que a pessoa enxergue em todas as distâncias. Outra possível solução é a implantação de lentes intraoculares com o grau tanto de longe quanto de perto.

Hoje em dia, existem muitos desenhos de lentes multifocais com as tecnologias mais diversas! Usar óculos é moderno, um acessório para combinar com a roupa e se destacar. Passe em alguma das nossas lojas e confira todas as novidades e tire suas dúvidas sobre a temida “vista cansada”.

 

 

LIMPEZA DE ÓCULOS

Você sabe fazer a limpeza dos seus óculos da maneira correta?

Seguem algumas opções, marque a correta:
a) com a camiseta (roupa)

b) toalha de banho

c) flanela

d) detergente líquido + água corrente + papel higiênico

Se você marcou letra D, parabéns! Você está fazendo do jeito certo.

Vamos ao passo a passo: primeiro passe água corrente gelada ou fria em toda a peça (tanto óculos de grau como de sol). Depois pingue uma gota pequena de detergente líquido de louça neutro, ou seja, que não tenha cor nem cheiro para não manchar ou danificar nem a armação nem as lentes. Esfregue as lentes com os próprios dedos, limpando bem os cantinhos. Enxague bem, tirando todo o detergente. Para secar, utilize papel higiênico bem macio apenas apalpando os óculos, sem esfregar.

Por que devemos seguir esse passo a passo e não simplesmente limpar na roupa ou na flanela?

Porque qualquer forma de abrasão na lente pode estragar o antirreflexo ou o chamado coating (verniz de proteção da cor) em lentes solares. Além disso, caso tenha uma areia ou poeira na flanela/roupa ou na lente causar um aranhão nesta última e, infelizmente, as garantias de antirreflexo geralmente não cobrem arranhões causadas por limpeza incorreta.

Veja o vídeo abaixo de como fazer a limpeza de forma correta.

 

 

 

Curiosidade sobre a palavra ÓCULOS

O correto é “os óculos” ou “o óculos”?

A palavra “óculos” é uma pluralia tantum, ou seja, existe somente no plural, embora se refira a objetos singulares - na verdade, pares simétricos. Dessa forma, o artigo ou o pronome que acompanha deve sempre estar no plural.

Conclusão: o correto é OS ÓCULOS!

 

 

Por que cegos usam óculos?

Existem diversos motivos para que uma pessoa cega utilize óculos escuros ou de grau. Os mais comuns são: melhorar sua visão, proteger os olhos da radiação solar, notificar as outras pessoas da sua condição, proteger os olhos de perigos físicos e razões estéticas.

Ao contrário do que a maioria pensa, quem é cego pode ter algum tipo de visão (sombras e luzes) que auxiliam a pessoa a se localizar no ambiente. A Fundação Americana para Cegos define cegueira como: “um nível de perda de visão que foi legalmente definido para determinar a elegibilidade para benefícios. O diagnóstico clínico refere-se a uma acuidade visual central de 20/200 ou menos no melhor olho com a melhor correção possível e / ou um campo visual de 20 graus ou menos. Muitas vezes, as pessoas diagnosticadas com cegueira legal ainda têm alguma visão utilizável”.

Então, para os cegos que possuem algum tipo de visão, os óculos de sol ajudam a reduzir o brilho intenso do sol. No entanto, alguns utilizam óculos com graus especiais para se concentrarem melhor e a tornar os detalhes mais eficientes.

Além de proteger seus olhos contra doenças oriundas da radiação solar, tais como catarata, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), inflamação da córnea ou da conjuntiva, os óculos escuros ajudam determinar se seus olhos estão sendo bombardeados por esses raios UV prejudiciais, uma vez que as pessoas cegas têm pouco ou nenhum meio para isso.

Muitas pessoas com baixa visão utilizam este acessório para alertar as demais pessoas, a uma distância, especialmente em lugares lotados e públicos, que tem pouco / nenhum sentido de visão. Isto, juntamente com a bengala branca que normalmente carregam, implicitamente diz aos outros para ser um pouco mais cuidadoso em torno deles.

Outro motivo pelo qual os óculos são utilizados é para proteger o rosto, em especial os olhos, de perigos físicos, como galhos, placas altas, pequenos objetos soprados pelo vento, portas de armários abertas.

Por fim, questões estéticas influenciam muito para a utilização de um belo par de óculos. Não apenas para ficar na moda, mas porque algumas pessoas perderam a visão por acidente que as desfigurou, ou têm os olhos brancos ou não podem usar prótese (olho de vidro) — são coisas que podem causar má impressão em quem vê. Além disso, as pessoas com visão geralmente acham desconfortável ou desajeitado conversar com uma pessoa cega, pois é muito difícil ou até mesmo impossível para o indivíduo cego manter contato visual adequado.

 

 

A HISTÓRIA DOS ÓCULOS

Você sabe como surgiram os óculos?

A história dos óculos remonta à era pré-cristã. Os primeiros registros de seu uso estão em textos do filósofo chinês Confúcio datados de 500 a. C. Os óculos não tinham graus e eram usados como enfeite ou como forma de distinção social. Mais tarde, entre 1000 e 1250 d. C, a leitura de pedras apareceu - lupas esféricas que você poderia colocar sobre o seu manuscrito para ampliar as letras enquanto lia. As lentes de aumento fizeram sucesso entre os monges europeus, isso fez com que os estudos e experimentos em torno dos óculos continuassem. 

O primeiro par do que consideramos óculos apareceu no final de 1200 em Pisa, na Itália. Porém, no ano de 1270, na Alemanha, aconteceu outra grande mudança: foi criado o primeiro par de óculos unido por rebites e feito com aros de ferro. Ele ainda não possuía hastes e era ajustado apenas sobre o nariz, mais parecendo um compasso.

Muitos séculos mais tarde, depois de muitas pesquisas, desenvolveram-se acessórios mais leves, seguros e confortáveis. No século XV, Pince-nez era o tipo de óculos mais moderno. Este modelo não tinha hastes e só era ajustado na ponta do nariz. O Lornhons veio depois e chamou a atenção por possuir haste lateral, a qual o usuário o segurava para colocá-lo à frente dos olhos. Foi apenas no século XVII que as hastes fixas surgiram e passaram a ser apoiadas nas orelhas.

     

A partir da década de 1940, o uso de plásticos e seus derivados na fabricação de armações abriu novas possibilidades de design aos óculos. Os precursores dos modelos que fazem sucesso hoje apareceram por volta de 1970: com aros grandes e coloridos, transformaram-se nos modelos encontrados atualmente em rostos e lojas especializadas espalhadas pelo mundo.